Header Image

TURMA DO CONSOLO

1. DEFINIÇÃO DO PROGRAMA

É o serviço de ministração da Palavra de Deus por meio da visitação hospitalar e a orfanatos, creches, asilos, ocasião na qual ocorre a transmissão de providência de Deus para a vida humana (palavras de consolo). São atendidas todas as pessoas que se encontram nos ambientes visitados.

2. MOTIVOS PARA ADERIR AO PROGRAMA

• Inserção da UPA em trabalhos sociais diversificados;

• Possibilidade dos adolescentes interagirem com uma realidade tocante;

• Divulgação do trabalho assistencial da Igreja enquanto instituição social;

• Evangelismo de pessoas das mais variadas faixas etárias;

• Vigor e alegria dos adolescentes, o que trará ânimo e esperança aos pacientes hospitalares;

• Baixo custo;

• Extensão do trabalho assistencial da igreja, dando continuidade aos propósitos da UPA.

3. OBJETIVOS

 Alcançar pessoas através da Palavra de Deus;

• Alcançar diferentes redes de saúde, hospitais, asilos, creches, orfanatos e demais centros de atendimento;

• Desenvolver a capacidade de expressão e sensibilidade dos adolescentes da UPA;

• Atenuar os problemas afetivos que normalmente atingem os pacientes hospitalares (depressão, solidão, insegurança, etc);

• Pregar o Evangelho de forma sensível, calorosa e atual;

• Criar um ambiente de pregação, amor ao próximo e atenção nas redes de saúde, hospitais, asilos, creches, orfanatos e demais centros de atendimento.

4. QUEM ORGANIZA

O Secretário Sinodal (se feito pela Confederação Sinodal) ou O Secretário Presbiterial (se feito pela Federação do Presbitério) ou O conselheiro/orientador junto ao pastor (se feito por UPA de uma igreja local).

5. QUEM PARTICIPA

• A Federação ou Confederação da União de Adolescentes, representada pela UPA local, na pessoa de seus líderes.

• Adultos responsáveis, que acompanharão os adolescentes nas visitas hospitalares.

• Podem fazer parte do programa os adolescentes que forem participantes e atuantes na UPA local, e que contarem com autorização dos responsáveis, atendidos os pré-requisitos estabelecidos por cada estabelecimento.

6. FOCO PRINCIPAL

Pacientes de hospitais, clínicas médicas de reabilitação, centros médicos de saúde, asilos, orfanatos e creches.

7. ETAPAS DO PROGRAMA

I) Inscrição de participantes – Fazer um rol de adolescentes interessados em participar do programa, e um cadastro, contendo as principais características de cada participante, bem como a idade e histórico de saúde (se possui alguma patologia infecto-contagiosa, se necessita de algum atendimento especial, se possui alguma alergia, etc).

II) Contato com o estabelecimento– O líder da UPA local ou representante do projeto deverá manter contato formal com a Direção Hospitalar ou com o Departamento de Capelania Hospitalar do estabelecimento de saúde no qual se pretende executar o programa. Neste contato devem ser explicitados os objetivos do trabalho (observar os objetivos do Turma do Consolo), fazendo com que o hospital autorize o programa, conheça as intenções da UPA, e que posteriores indisposições não atrapalhem o sucesso do evangelismo. Neste contato inicial, o líder deve estar atento às condições e requisitos fixados, verificando se há idade mínima exigida para os visitantes, condições de acesso e higiene, etc.

III) Seleção e aprovação dos participantes – O objetivo desta etapa não é excluir, reprovar ou cercear os interessados em participar do programa. No entanto, todos os participantes devem ser analisados pela liderança, que verificará se estão prontos para lidar com um trabalho tão delicado. O participante do programa Turma do Consolo deve possuir as seguintes características (ou, ao menos, a maioria delas):

• Apresentar maturidade cristã;

• Estar comprometido com o serviço cristão;

• Ser especificamente vocacionado;

• Utilizar linguagem adequada;

• Vestir-se de modo sóbrio e equilibrado;

• Saber ouvir;

• Saber falar – o que falar, como falar, quando falar e quanto falar;

• Ser consciente de seus limites;

• Ser sensível às necessidades do próximo.

IV) Oração – Após serem aprovados e estarem inscritos no programa, junto à liderança, os jovens deverão estar em constante oração, buscando alcançar sabedoria, discernimento e direção Divina para o sucesso do trabalho.

V) Curso de formação – Deverá ser aplicado um curso de preparação para que os participantes sejam habilitados a atuar no programa. Neste curso, além de conhecer as peculiaridades e as necessidades do estabelecimento de saúde que irão visitar, deverão ser enfocados aspectos comuns à ética da Capelania Hospitalar, como:

• Aproximação física e emocional,

• Fisionomia,

• Mente / Pensamento do visitador,

• Conversação,

• Aceitação,

• Situações especiais (pacientes terminais, luto, negação, isolamento, raiva e depressão).

VI) Planejamento e organograma – Depois de conhecer o estabelecimento de saúde que será visitado, deve ser feito um planejamento sistematizado, contendo a área de atuação de cada participante, a divisão de equipes, duplas, ou grupos e as metas e objetivos a serem atingidos.

VII) Execução do programa – Os grupos organizados deverão pregar a Palavra de Deus de modo sensível, caloroso e atual, buscando a Salvação de vidas através do amor, poder e misericórdia de Jesus Cristo.

VIII) Replanejamento do programa – Após a visita a cada estabelecimento de saúde, os participantes devem fazer um balancete, visando ressaltar os pontos positivos do trabalho e detectar os pontos negativos, buscando assim o aprimoramento do programa e a evolução a cada nova execução.

8. METODOLOGIAS A SEREM EMPREGADAS

• Visitação diária – Visitas sistematizadas a hospitais, clínicas médicas de reabilitação, clínicas especializadas e centros médicos de saúde, atendidos os dias e horários fixados pela administração dos estabelecimentos.

• Aconselhamento bíblico – Os participantes trarão mensagens emocionais e afetivas, que terão base, fundamentação, orientação, linhas e diretrizes bíblicas.

• Discipulado – trabalho que será realizado periodicamente com os pacientes que forem alcançados por Cristo.

• Integração do paciente à família de Deus – Trabalho social integrativo que proporcionará ao paciente sentir-se integrado aos grupos sociais, mesmo estando internado.

• Programas especiais – Homenagens, palestras, congressos e outros procedimentos que facilitam a dinamização do trabalho. • Acompanhamento aos participantes do programa – Supervisão com cunho de controle formativo, que visa o crescimento e sucesso do trabalho.

• Atividades específicas para crianças – Procedimentos que facilitarão o trabalho com as crianças, que viabilizarão a comunicação com os pacientes infantis, além de trazer alegria e socialização. Para tais fins serão utilizados diversos recursos alternativos, tais como fantoches, palhaços, jogos didáticos, etc.

9. METAS A SEREM ATINGIDAS COM O PROGRAMA

• Pregar o evangelho aos pacientes, idosos, crianças e adolescentes dos diferentes estabelecimentos;

• Levar a UPA para uma nova realidade de trabalho e amparo social;

• Mobilizar os adolescentes para que estes desenvolvam sua criatividade, sensibilidade e autonomia, trazendo esperança, calor humano, afeto e a Palavra de Deus a pessoas enfermas;

• Continuar o trabalho de evangelismo mesmo com os pacientes que forem alcançados por Cristo, mantendo contato e exercendo discipulado para que os mesmos se sintam integrados e acolhidos pela Igreja, representada pela UPA.


Array
Receba as Novidades da UPA

Erro. Por favor, preencha todos os campos Pedido enviado com sucesso Enviando...
Redes Sociais
  • Facebook
  • Twitter
Posts Mais Recentes
  • DNA Pernambuco

    11 set 2014
  • DNA Maranhão

    04 set 2014
  • Inscrições Encerradas – 2º Concurso Nacional de Música

    03 set 2014

© 2014 UPA. Todos os direitos reservados. #solvedbyPiPPa